Veja video - Defesa Contesta Informações Divulgadas Sobre Prisão De Jomário Teixeira Prates, acusado de homicídio em Itanhém
A defesa de Jomário Teixeira Prates, formada pelos advogados Dr. André Lisboa, Dra. Karen Andrade e Dr. Laurentino Lobo, divulgou uma nota pública contestando informações que teriam sido induzidas em matéria jornalística sobre a investigação do homicídio ocorrido no dia 09 de janeiro de 2026, na zona rural de Itanhém.
Segundo os advogados, Jomário sempre permaneceu à disposição das autoridades durante todo o período da investigação. A defesa afirma que ele continuou exercendo normalmente sua atividade profissional como mestre de obras, com serviços realizados nos municípios de Teixeira de Freitas e Prado desde o ano de 2025, sem jamais ter se ocultado ou sido previamente intimado durante quase dois meses de apuração.
Ainda conforme a nota, no dia 03 de março de 2026, Jomário recebeu uma mensagem da autoridade policial solicitando seu comparecimento à delegacia no dia seguinte. A defesa relata que ele atendeu prontamente ao chamado e compareceu espontaneamente à unidade policial acompanhado do advogado Laurentino Lobo, demonstrando, segundo os advogados, colaboração com a investigação.
Entretanto, ao chegar à delegacia por volta das 10h da manhã, teria sido surpreendido com voz de prisão, sem a apresentação de mandado judicial naquele momento. De acordo com a defesa, o mandado de prisão teria sido expedido posteriormente, às 12h26, fato que, segundo os advogados, está sendo analisado nas instâncias judiciais competentes.
Os defensores também afirmam que, até o momento, não foi apresentada prova que vincule Jomário à cena do crime, mesmo após a conclusão do inquérito, que teria transcorrido por um longo período sem intimações ou diligências direcionadas ao investigado.
Na nota, a defesa argumenta que a situação acaba prejudicando diferentes partes: o próprio investigado, que se encontra preso e terá sua situação questionada judicialmente; a sociedade, que merece receber informações responsáveis e baseadas em apuração completa; e a família da vítima, que ainda aguarda a identificação definitiva do responsável pelo crime.
Por fim, os advogados destacam que confiam que os fatos serão devidamente esclarecidos no âmbito do Poder Judiciário, ressaltando que Jomário exercerá plenamente seu direito constitucional de defesa.







