Amanhã será sorteado o livro “Alopatia & Homeopatia” pelo Itanhemfest

 

Amanhã, 2 de julho, feriado da Independência da Bahia, o Itanhemfest vai sortear o livro “Alopatia & Homeopatia”, do médico Oséas Moreira Lisboa. O livro constitui um trabalho inédito, no campo da medicina, no extremo sul da Bahia.

Dr. Oséas autografando o livro "Alopatia & Homeopatia" em Itanhém.

Quem ainda não está participando da promoção, tem a chance de se inscrever e concorrer ao livro “Alopatia & Homeopatia”. Então, o que você está esperando?”, disse Eptácio Costa, diretor do Itanhemfest. Oséas Moreira Lisboa é um dos médicos mais conceituados desta região com mais de 40 anos de prática terapêutica. Além disso, ele vem atuando como homeopata há mais de 20 anos, sempre com resultados impressionantes. Presidente da Associação Bahiana de Terapeutas Homeopatas, Naturistas e Energéticos, Oséas Moreira Lisboa atende em Itanhém, Jucuruçu e Teixeira de Freitas.

A seguir, texto que consta das orelhas do livro “Alopatia & Homeopatia”, escrito por A. Zarfeg: “O atraso secular da medicina moderna – alopatia & homeopatia” passa em revista a história da medicina moderna. Expoentes como Hipócrates, Galeno e Samuel Hahnemann, de um lado, e Isaac Newton, Galileu Galilei e Albert Einstein, do outro, permeiam a obra. No entanto, a razão de ser do livro são os métodos terapêuticos alopático e homeopático, que o Dr. Oséas Moreira Lisboa apresenta, descreve, compara entre si e, por fim, tira a prova dos noves, sempre se posicionando com visão crítica, lucidez e conhecimento de causa. O autor – que clinica há 40 anos, 20 dos quais dedicados à homeopatia – defende que o método homeopático é uma alternativa viável e segura ao alopático. Pois, enquanto este encara o homem de uma maneira fragmentada e material, aquele o vê holística e energeticamente. Em outras palavras, a alopatia é comercial, antinatural e antibiótica; a homeopatia é idealista, natural e probiótica. Aquela está para a matéria assim como esta para a energia. De posse de argumentos, números e exemplos, o médico dá nome aos bois e apresenta os equívocos e desvantagens da medicina alopática. Ao mesmo tempo em que reconhece os avanços técnico-científicos da alopatia e lamenta a falta de evolução tecnológica da homeopatia. Com coragem e determinação, ele informa, discute, denuncia e desmistifica. Embasado na seriedade intelectual, provoca os preconceitos e desabafa em favor da vida. O autor ainda imprime um tom quase confessional à argumentação, por meio de uma linguagem ágil e acessível, o que constitui uma novidade e tanto em obras dessa natureza – quase sempre de leitura árida e maçante. De maneira que, ao final, o leitor tirará suas próprias conclusões e, provavelmente, tomará o partido da homeopatia. Como eu.

Notícia Postada em 01/07/2011
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